Como o Aluy CLI é construído.
O Aluy CLI é um único processo que roda no seu terminal — sem servidor, sem nuvem no meio do seu projeto. Ele lê e edita arquivos, roda comandos e guarda a sessão, a memória e a sua chave na sua máquina. A única coisa que sai para a internet é a chamada ao modelo (e os conectores MCP que você ligar).
TUI Ink
A interface onde você digita. Temas, painéis, o menu de slash.
Core engine @hiperplano/aluy-cli-core
Lê e edita arquivos, roda comandos e decide o próximo passo — o ciclo ler → agir → observar.
A trava de permissão ponto único
Todo efeito passa por aqui antes de acontecer. Ler = permite, escrever/rodar = pergunta, sempre-perguntar = travado.
Sessão e histórico
Transcrições, diário de undo, checkpoints.
Memória
Fatos globais + por projeto que você controla.
Arquivos do projeto
Seu repo — lido e editado no lugar.
Chave de provider
No cofre do SO — nunca em texto.
mem0
memória de longo prazo
headroom
fôlego de contexto
ollama
modelos locais
Chamada ao modelo
Pelo broker por padrão — ou o seu próprio provider, direto, com a sua credencial.
Conectores MCP
Só os que você liga. Bancos, APIs, serviços que você escolhe alcançar.
Um processo, sem daemon
Entrega monolítica: você instala um binário, aluy. Sem servidor em background, sem serviço escondido.
Kernel-cliente confinado
As próprias regras de path-deny do agente o proíbem de tocar em ~/.aluy/ — sua instalação, config e chaves.
Sandbox e limites
Confinamento de SO para o shell (cgroups, política de egress) e tetos duros de tempo e de passos para execuções autônomas.