arquitetura

Como o Aluy CLI é construído.

O Aluy CLI é um único processo que roda no seu terminal — sem servidor, sem nuvem no meio do seu projeto. Ele lê e edita arquivos, roda comandos e guarda a sessão, a memória e a sua chave na sua máquina. A única coisa que sai para a internet é a chamada ao modelo (e os conectores MCP que você ligar).

na sua máquina a trava de permissão o que sai da máquina
na sua máquina · 127.0.0.1

TUI Ink

A interface onde você digita. Temas, painéis, o menu de slash.

Core engine @hiperplano/aluy-cli-core

Lê e edita arquivos, roda comandos e decide o próximo passo — o ciclo ler → agir → observar.

A trava de permissão ponto único

Todo efeito passa por aqui antes de acontecer. Ler = permite, escrever/rodar = pergunta, sempre-perguntar = travado.

estado local — nunca sai

Sessão e histórico

Transcrições, diário de undo, checkpoints.

Memória

Fatos globais + por projeto que você controla.

Arquivos do projeto

Seu repo — lido e editado no lugar.

Chave de provider

No cofre do SO — nunca em texto.

sidecars — opt-in, só local

mem0

memória de longo prazo

headroom

fôlego de contexto

ollama

modelos locais

o que sai da máquina

Chamada ao modelo

Pelo broker por padrão — ou o seu próprio provider, direto, com a sua credencial.

ClaudeGPTGeminiDeepSeek
providers: Anthropic · OpenAI · OpenRouter

Conectores MCP

Só os que você liga. Bancos, APIs, serviços que você escolhe alcançar.

Um processo, sem daemon

Entrega monolítica: você instala um binário, aluy. Sem servidor em background, sem serviço escondido.

Kernel-cliente confinado

As próprias regras de path-deny do agente o proíbem de tocar em ~/.aluy/ — sua instalação, config e chaves.

Sandbox e limites

Confinamento de SO para o shell (cgroups, política de egress) e tetos duros de tempo e de passos para execuções autônomas.

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