Um agente de verdade, na sua máquina.
Não é um chat que sugere código para você copiar e colar. Um agente que age no seu projeto, sob as suas regras de permissão. Tudo roda na sua máquina; a chamada ao modelo é o que sai dela.
O que ele faz, e o comando de cada uma.
Roda até terminar
Descreva a tarefa e o agente trabalha em ciclos por conta própria até concluir. Com freio de mão: você diz em quantos minutos e em quantos passos ele tem que parar, e ele para sozinho se começar a andar em círculo. "Rode os testes e conserte o que quebrar" — e vá tomar um café.
Uma frota trabalhando pra você
Cada subagente é um perfil (.md) com um foco. Monte a sua equipe: um para testes, um para revisão, um para docs. Você delega e cada um cuida da sua parte, ao mesmo tempo, sem que a conversa de um contamine a do outro.
Os agentes conversando, ao vivo
As salas colocam vários agentes colaborando no mesmo problema. Eles debatem, dividem e combinam. Você acompanha a conversa em tempo real e entra quando fizer sentido.
Conecte suas ferramentas
O agente fala com ferramentas e integrações externas pelo MCP — o padrão aberto de conectores. Adicione um conector, procure no catálogo público, ligue e desligue. Com isso ele consulta e altera essas ferramentas de verdade, em vez de só falar sobre elas.
Um agente com rotina
Um serviço acorda na hora marcada, trabalha até o limite de gasto que você deu, reporta no seu canal e volta a dormir. Uma ficha de configuração diz o que ele pode: a que horas acorda, quanto pode gastar, o quanto decide sozinho e onde ele te avisa. Esses limites o modelo não consegue furar, nem se resolver tentar.
O agente no seu celular
Conecte um bot e o agente te alcança fora do terminal: ele reporta quando termina, pergunta quando precisa de uma decisão sua, e espera. Só os chats que você autorizar, um por um: nenhum vem liberado. Mensagem de qualquer outro chat o agente lê como texto solto, nunca como uma ordem a cumprir.
Tudo que faz o dia a dia funcionar.
Roda local
O processo vive na sua máquina: sessão, dados e contexto nunca saem dela. A chave fica no cofre de senhas do seu sistema, o mesmo que guarda as senhas do navegador — nunca num arquivo que dê para abrir e ler.
O modelo é sua escolha
Direto no seu provider, com a sua credencial: a chave que ele te deu, um login pela conta que você já tem lá, ou um modelo rodando na sua máquina. Você decide qual.
Edita, roda, conecta
Lê e edita arquivos, roda comandos e fala com ferramentas via MCP — num ciclo, até resolver. Toda vez que ele vai mudar alguma coisa, ele para e pergunta.
Memória entre sessões
Lembra decisões e contexto do projeto de uma conversa para a outra. Veja, fixe ou esqueça o que ele guardou com /memory.
Diagnóstico na hora
/doctor confere modelo, chave, conexão e ferramentas. Ele só lê, não muda nada, e diz o que fazer para consertar.
Temas para o seu terminal
Claro, escuro ou slate. A sessão fica do jeito que você gosta de olhar o dia todo.
Local no que importa, conectado no que precisa.
A sessão, o histórico, os arquivos do projeto, a memória e a sua chave de provider. O agente roda na sua máquina, e nada acontece sem passar pela catraca de permissão.
Só a chamada ao modelo, e ela vai direto para o provider que você configurou, com a sua chave. Ninguém no meio, e ninguém contando quanto você usou.