Todos os comandos.
São duas famílias, na ordem em que você encontra as duas. No seu shell, você chama o aluy com subcomandos e flags. Com a sessão aberta, digite / no início da linha e o menu aparece. Esta página lista as duas, por inteiro.
A linha de comando do aluy
Abrir uma sessão
— o padrão, sem subcomando nenhum.Abre a sessão interativa na pasta atual. Um texto entre aspas vira o objetivo inicial. Na primeira vez, o assistente de instalação abre antes.
Retoma a última sessão desta pasta.
Sem id, lista as sessões salvas para você escolher. Com um id, retoma aquela.
Começa uma sessão nova, ignorando as salvas.
Abre a sessão com a ponte do Telegram ligada, para o agente te alcançar fora do terminal.
Decidir quanto ele pode fazer
— a escolha que mais importa.Modo planejamento: o agente lê, analisa e propõe, e não produz efeito nenhum. Se vier junto com --yolo, este vence.
--unsafe
Aprova todo efeito sozinho. Cinco categorias de comando continuam perguntando — apagar coisas, acessar a rede, virar administrador, instalar pacote e mexer nos arquivos que rodam quando o computador liga — e toda ferramenta que vier de um servidor MCP também. O Aluy recusa rodar como root.
Desliga os subagentes paralelos, ou seja, a ferramenta spawn_agent.
Rodar sem sessão
— script, encadeamento de comandos e automação de build (CI). Todos precisam do-p.--exec "<objetivo>"
Roda uma vez e sai: executa um objetivo, imprime o resultado e encerra. O objetivo vem na linha ou pela entrada padrão.
O formato do que sai. text é o padrão; stream-json emite um evento JSON por linha, ao vivo.
Esconde o indicador de progresso e as mensagens de diagnóstico, deixando só o resultado.
Roda o objetivo em ciclos, sozinho — a forma sem interface do /cycle. Exige um teto.
Escolher o modelo
— qual responde, e por onde a chamada vai.A faixa de modelo da sessão. Dá para trocar com a sessão aberta, pelo /model.
Escolhe um modelo do catálogo pelo identificador e força o tier custom. Precisa vir com --provider.
Quanto o modelo raciocina antes de responder. O provider valida o valor.
- usuais
- low
- medium
- high
local é o padrão: fala direto com o seu provider, sem ninguém no meio e sem ninguém contando quanto você usou. broker rotearia por um backend central, hoje indisponível.
Com qual provider o modo local fala.
- valores
- anthropic
- openrouter
- openai
O identificador do modelo, exatamente como aquele provider o nomeia.
Se o modo local usa uma chave de API guardada ou um login OAuth.
O endereço a chamar, para um provider compatível com OpenAI ou um modelo rodando na sua máquina.
Definir os tetos
— para uma execução não varar a noite na sua conta.O total de tokens da sessão — tokens são os pedaços de texto que o modelo cobra.
Quantas voltas o modelo pode dar no ciclo de ferramentas.
O teto de uma resposta só do modelo.
--no-budget
Liga e desliga o corte automático de gasto da sessão.
--no-self-check
Força a autoverificação, ligada ou desligada: antes de dizer "pronto", o agente volta ao objetivo e confere.
O quanto a janela do modelo pode encher antes de o Aluy resumir a conversa.
Mudar a aparência
— todas ficam salvas na configuração.O idioma da interface. Não traduz o que o agente escreve.
Abre com a tela dividida, conversa e log lado a lado.
Abre em modo cockpit, ocupando o terminal inteiro.
Compacta a interface, para caber mais em tela pequena.
Usa um conjunto de símbolos seguro, para terminal que mostra quadradinhos vazios.
Preparar a instalação
— subcomandos: fazem um trabalho e saem.Instalador guiado: idioma, modo de conexão, provider, chave, modelo, servidores MCP e perfil turbo.
Instala os sidecars locais: mem0, headroom e ollama.
Mostra o que está em vigor: perfil, o que está ligado, e de onde vem cada valor.
Guarda a sua credencial no cofre.
aluy whoami
Encerra a sessão e apaga a credencial do cofre. O whoami mostra a conta, a organização e o que a credencial autoriza — nunca o segredo em si.
Conferir e inspecionar
— só leem; não chamam o modelo e saem com código 0.Confere a instalação: credencial, se o provider responde, servidores MCP, perfis, configuração, versão e memória.
skills
workflows
models
providers
As cinco listagens do que o Aluy encontrou: perfis de agente, skills, workflows, modelos e providers.
-v
Imprime a versão e sai, antes de montar a interface.
-h
Imprime a ajuda embutida, com todos os comandos e flags, e sai.
Deixar trabalho rodando
— tarefas agendadas e serviços.Agenda tarefas pelo agendador do próprio sistema — não há serviço em segundo plano. Hoje no Linux, pelo crontab.
- sub
- add
- list
- edit
- enable
- disable
- rm
- run
Cria e opera agentes com rotina, que acordam na hora marcada e reportam no seu canal.
- sub
- list
- status
- create
- install
- uninstall
- start
- stop
- logs
- attach
Conectar ferramentas externas
— os mesmos motores dos comandos da sessão.Conectores MCP pelo shell. add <nome> -- <cmd> adiciona um servidor local.
- sub
- search
- add
- list
- remove
Liga a ponte com o Telegram. O token vai para o cofre e a lista de chats começa fechada.
- sub
- login
- allow
- deny
- status
- logout
Acesso e backend
— quem é você, e para onde a chamada do modelo vai.Token de acesso pessoal, para entrar sem que ninguém precise digitar nada — útil em automação.
Sob qual organização agir.
Se a chamada vai direto ao seu provider (local) ou pelo backend central (broker).
Com qual provider o modo local fala.
O identificador do modelo, como aquele provider o nomeia.
Se o modo local usa chave de API guardada ou login OAuth.
O endereço a chamar, para provider compatível com OpenAI ou modelo local.
A chave do provider em si, para máquinas sem cofre do sistema.
O token do bot, em vez de guardá-lo com aluy telegram login.
Onde vive o backend central. Você só define isto se rodar o seu.
Onde vive o serviço de identidade. Mesma ressalva.
Limites e tetos
— os mesmos tetos das flags, para quando não há linha de comando onde pôr uma flag.O total de tokens da sessão. Padrão 1.000.000.
Quantas voltas o modelo pode dar no ciclo de ferramentas. Padrão 300.
O teto de uma resposta só do modelo.
Liga e desliga o corte automático de gasto.
O quanto a janela pode encher antes de o Aluy resumir a conversa.
Quantas vezes uma sessão pode resumir sozinha.
Força o tamanho da janela que o Aluy descobriu para o modelo, quando a descoberta erra.
Força a autoverificação antes de declarar "pronto".
De quanto em quanto tempo essa verificação roda.
Quantas verificações um run pode gastar.
Quantos fatos uma sessão pode escrever na memória.
Quanto esperar por uma chamada de ferramenta MCP. Padrão 60000.
Quanto esperar um servidor MCP subir. Padrão 20000.
O teto de uma resposta transmitida. Padrão 24 MB.
Remove esse teto.
Quanto texto de uma página buscada pode entrar no contexto.
O teto de memória do próprio processo do Aluy. Padrão 4096.
A partir de quanto do teto o Aluy começa a soltar o que não precisa mais. Padrão: 85%.
Para de vigiar o próprio uso de memória.
Quantas vezes repetir uma chamada que falhou. off desliga.
Quanto esperar entre essas tentativas.
Freios contra execução sem fim
— param um run que está ocupado mas não vai a lugar nenhum. Todos ligados por padrão.A chave geral do supervisor — a camada que vigia o agente enquanto ele trabalha.
O mesmo, desligado explicitamente com 0 ou false.
Se esse supervisor pode usar o sidecar de memória.
Se ele pode usar o avaliador local.
Desliga o avaliador que decide quando um /cycle terminou.
Quantas vezes o agente pode continuar sozinho sem você.
A partir de quando ele recebe um empurrão para retomar o objetivo.
A partir de quando ele desiste e devolve a palavra para você.
Terminal e saída
— para terminais que desenham mal, e para máquinas que leem a saída.O idioma da interface. Não traduz o que o agente escreve.
O conjunto de símbolos seguro, para fontes que mostram quadradinhos vazios.
Força ASCII puro, quando o conjunto seguro ainda não basta.
Liga o conjunto rico de símbolos, para terminal com Nerd Font instalada.
Força os marcadores de estado para ASCII.
Força os marcadores de volta para Unicode.
Espaçamento compacto ou confortável.
Começa em modo cockpit.
Sem animação de carregando e sem nada piscando, para quem prefere a tela parada.
A campainha que chama você quando o agente precisa de atenção.
As sugestões que aparecem enquanto você digita.
Se o nome do modelo fica visível na interface.
Esconde o painel do ciclo.
Quanto tempo a tela de abertura fica no ar.
Onde o campo de escrita se ancora na tela.
Desenha a tela de uma vez só, para a imagem não sair partida enquanto atualiza.
Se o Aluy pode ajustar o fundo do terminal ao tema dele.
Quanto esperar enquanto pergunta ao terminal qual é a cor de fundo dele.
Mais detalhe nas execuções sem interface.
Não é variável do Aluy, mas é respeitada: desliga a cor em tudo.
Sidecars e memória
— onde cada sidecar escuta, e se o agente lembra de alguma coisa.Impede o agente de relembrar a memória de longo prazo. A lembrança vem ligada.
O quanto um fato lembrado precisa ser relevante para voltar ao contexto.
Onde ficam guardadas as conversas entre agentes.
Onde o sidecar de memória escuta. Padrão 127.0.0.1:11435.
Onde o sidecar de contexto escuta. Padrão 127.0.0.1:8787.
Onde o Ollama escuta. Padrão 127.0.0.1:11434.
Sandbox, atualização e depuração
— a sandbox é um cercado: o comando roda, mas não alcança o resto da máquina. Saídas de emergência; você não deveria precisar delas no dia a dia.Roda os comandos de shell dentro da sandbox.
Roda os servidores MCP dentro da sandbox.
Desliga a sandbox: os comandos passam a alcançar a máquina inteira. O nome da flag é o aviso.
O nome do ambiente, que decide com que rigor uma falha da sandbox é tratada.
Desliga as ferramentas embutidas, deixando só o que o MCP oferece.
Cala o aviso de rodar sem supervisão num modelo mais fraco.
Se o Aluy se atualiza sozinho, em segundo plano.
De quanto em quanto tempo ele confere.
Impede a conferência. O Aluy também a pula em CI.
Quanto uma atualização pode demorar antes de ser abandonada.
Log interno detalhado.
Registra o que a interface está desenhando.
Redesenha no lugar em vez de acrescentar, para diagnosticar quando a tela pisca.
Muda a pasta de instalação, no lugar de ~/.aluy.
A flag sempre vence a variável, e a variável sempre vence o que está salvo na sua configuração. O aluy config imprime qual das três venceu em cada ajuste. Existem ainda algumas variáveis que o Aluy define para si mesmo — essas não são para você mexer.
Códigos de saída: 0 sucesso · 1 erro · 2 erro de uso — neste caso o programa sai sem chegar a abrir uma sessão.
Comandos com barra
Colocar o agente para trabalhar
— comece uma coisa e vá cuidar de outra.Roda uma tarefa em ciclos, sozinho, até terminar. Todo efeito passa pela catraca.
- em voo
- pause
- resume
- edit
- status
- stop
Agenda tarefas para rodar sozinhas, em horário fixo, na sua máquina.
- sub
- add
- list
- edit
- enable
- disable
- rm
Agentes com rotina: acordam na hora marcada, trabalham dentro do teto que você deu e reportam no seu canal.
- sub
- create
- list
- status
- start
- stop
- logs
- attach
A lista de pendências que sobrevive entre sessões.
Trabalhar com mais de um agente
— a sua frota, e as salas onde ela conversa.Abre uma conversa direta com um perfil, numa sub-sessão só dela.
Volta do subagente para a sessão principal.
Salas onde vários agentes conversam entre si. Você acompanha ao vivo e entra quando fizer sentido.
Lista os perfis de agente encontrados, os válidos e os rejeitados com o motivo.
Conectar ao que você usa
— ferramentas externas e o celular.Conectores MCP: procura no catálogo público, adiciona um servidor local, liga e desliga.
- também
- enable
- disable
- reconnect
- reload
O agente no seu celular: reporta, pergunta quando precisa de decisão e avisa quando pausa.
- sub
- login
- allow
- deny
- status
- logout
Inventário das ferramentas do agente — nativas, MCP por servidor, delegação — com o estado de permissão de cada uma.
Lista as skills SKILL.md encontradas, as válidas e as rejeitadas.
Sequências de etapas fixas, cada uma no especialista certo — entender, implementar, testar.
Desfazer, e manter o contexto limpo
— quando deu errado, ou a sessão ficou longa./redo
Desfaz a última edição de arquivo feita pelo agente. O /redo refaz.
Volta a um ponto anterior da sessão: o código, a conversa, ou os dois.
Resume a conversa para liberar espaço na janela de contexto.
Limpa o contexto da sessão. Com memory ou full, apaga também a memória e pede confirmação.
Tokens gastos, quanto da janela está ocupada e qual tier está em uso.
Navega pelas sessões anteriores e retoma uma delas sem sair do Aluy.
Uma pergunta em paralelo, que não interrompe o trabalho em curso.
Configurar
— projeto, modelo, permissões e aparência.Lê o repositório e escreve o ALUY.md do projeto.
Vê, fixa ou esquece o que o agente lembra, global e por projeto.
/provider
/effort
Troca o tier, define qual provider o modo Custom usa, e ajusta o esforço de raciocínio.
As regras em vigor: modo, autorizações já dadas e ferramentas seguras.
Autoriza uma pasta a mais para esta sessão, fora da raiz do projeto.
/lang
Troca o tema e o idioma da interface. As duas escolhas ficam salvas.
- valores
- aluy-dark
- aluy-light
- aluy-slate
- pt-BR
- en
/fullscreen
Tela dividida e modo cockpit.
/logout
/whoami
Entra, sai e mostra conta, organização e escopos.
Quando algo está errado
— só leem; não mudam nada.O diagnóstico da instalação. Cada item vem com ✓, ⚠ ou ✗ e uma dica de conserto.
- sub
- fix
Lista todos os comandos nativos, ao vivo.
Dá um nome e uma cor à sessão, e muda o título da janela do terminal.
Liga e desliga o aviso sonoro de quando o agente precisa de você.