Tudo para instalar, configurar e colocar o agente para trabalhar — do primeiro comando ao ciclo autônomo, a referência completa do CLI e dos comandos slash, o layout .aluy/ e a compatibilidade. Código aberto sob MIT.
O Aluy CLI é seu agente local que trabalha em escala. Em vez de sugerir código para você copiar e colar, ele age no seu projeto: lê e edita arquivos, roda comandos e fala com ferramentas — de ponta a ponta, na sua shell.
O que roda na sua máquina fica na sua máquina: a sessão, o histórico, os arquivos, a memória e a chave de provider (guardada no cofre do SO). A única coisa que cruza a borda é a chamada ao modelo — por padrão o Aluy cuida dessa conexão, ou você liga o seu próprio provider direto.
É código aberto, sob a licença MIT: o que age na sua máquina, você pode ler, auditar e mudar. A missão é simples — democratizar a automação de tarefas, processos, testes e desenvolvimento, sem depender de um time de plataforma.
O Aluy CLI é o agente de terminal — não é o orquestrador de histórias, ADRs e sprints na plataforma Aluy. Aqui o foco é agir no seu projeto.
Instale em um comando, como seu usuário, sem sudo. O instalador resolve as dependências e coloca o aluy no PATH; re-rodar atualiza. A instalação vive em ~/.aluy.
Requisitos: Linux, macOS ou Windows · Node ≥ 20 (o instalador garante) · ~150 MB livres · conexão no primeiro run.
Guia completo de instalação →No seu primeiro aluy, um assistente abre e pede, nesta ordem, provider, chave e modelo.
/provider./model; ajuste o esforço de raciocínio com /effort quando precisar.Então mande a primeira tarefa: abra a sessão, descreva o objetivo (ou use um /comando) e deixe o agente trabalhar. Cada ação que toca seus arquivos pede permissão.
Duas flags definem isso desde o início: aluy --plan roda somente-leitura (analisa e propõe, sem efeito); aluy --yolo deixa rodar sem supervisão, auto-aprovando todo efeito — exceto as categorias sempre-perguntar (exclusão, rede, escalada de privilégio, instalação de pacote), que seguem travadas, e recusa rodar como root. Detalhes na referência de CLI.
Quer ligar memória de longo prazo, mais fôlego de contexto ou modelos locais? Rode aluy bootstrap — veja a seção Sidecars.
São os comandos que você roda na sua shell — aluy e seus subcomandos. Rode aluy --help para a lista embutida e aluy --version para imprimir a versão. O padrão (sem subcomando) abre a sessão interativa.
Rodar aluy sem subcomando abre a sessão TUI interativa no diretório atual. Uma string entre aspas isolada vira o objetivo inicial: aluy "refatore o módulo de auth". O primeiro token sem flag é o objetivo. No primeiríssimo run — quando ainda não há config — o assistente interativo de primeira execução abre automaticamente antes da sessão, passando por idioma, backend, provider e modelo.
-v, --version infoImprime a versão e sai imediatamente, antes de montar a TUI. Formato: aluy <cli> (@hiperplano/aluy-cli-core <core>).
-h, --help infoImprime o texto de ajuda embutido completo (todos os comandos e flags) e sai.
--yolo sessão · segurançaPermissão total na máquina: auto-aprova todo efeito, exceto as categorias sempre-perguntar, que seguem inflexíveis. Recusa rodar como root (uid 0). Em TTY pede confirmação uma vez; em headless (-p) entra direto. O alias depreciado --unsafe ainda funciona, mas emite um aviso.
--plan sessão · segurançaModo de planejamento somente-leitura: o agente analisa e propõe, mas não produz efeito. Se --plan e --yolo forem passados juntos, --plan vence.
-p, --print, --exec scriptingRun headless one-shot: executa um único objetivo, imprime o resultado, sai. O prompt pode ser inline (-p "objetivo") ou vir por stdin (echo "objetivo" | aluy -p). --print e --exec são aliases.
--output-format text|json|stream-json scriptingSó válido com -p. text (padrão) imprime só o resultado; json imprime um objeto numa linha; stream-json emite um fluxo NDJSON de eventos ao vivo.
--quiet scriptingSó com -p: cala os ticks de progresso e o ruído do stderr, deixando só o resultado. Ideal para pipes e CI.
--cycle, --cycles <N>, --cycle-for <dur> scriptingSó com -p: roda o objetivo autonomamente em ciclos (a forma headless do /cycle). Exige um teto — --cycles <N> (máximo de iterações) ou --cycle-for <dur> (relógio de parede, ex.: 30m, 2h). Anti-runaway: ambos são clampados em limites duros.
--tier <tier> modeloEscolhe o tier de modelo da sessão (alterável em runtime com /model). Passar o literal custom sem --model é erro de uso.
--model <slug> · --provider <name> modelo--model seleciona um slug curado de modelo do catálogo e força tier: custom. --provider precisa vir pareado com --model. Ambos são dado, nunca credencial — o broker resolve slug/provider para uma credencial server-side.
--effort <value> modeloPassthrough de esforço de raciocínio (qualquer valor não-vazio ≤ 32 chars, ex.: low/medium/high). Sem tier-gate; o broker/provider valida o valor.
--backend broker|local backendEscolhe como o modelo é alcançado. broker (padrão) roteia a chamada pelo broker do Aluy. local fala com o seu provider direto, com a sua credencial (BYO) do cofre do SO.
--local-provider · --local-model · --local-auth · --local-base-url backend · localSó sob --backend local. --local-provider é anthropic|openrouter|openai; --local-model é o slug nativo do provider; --local-auth é apikey|oauth; --local-base-url é o endpoint (protegido por anti-SSRF). Cada um cai no env (ALUY_LOCAL_*) ou na config quando omitido.
--max-tokens <N> · --max-iterations <N> · --max-output-tokens <N> budget--max-tokens é o budget de tokens da sessão (padrão 1000000); --max-iterations limita o loop modelo→tool→observação (padrão 300); --max-output-tokens limita o output por chamada. Ao bater um teto o run pausa e pergunta se continua ou para. Cada um é clampado.
--budget / --no-budget budgetLiga/desliga o circuit-breaker de budget da sessão. Padrão off em --backend local (BYO, ilimitado por design), sempre on com o broker.
--self-check / --no-self-check qualidadeForça o loop de self-check on ou off (re-âncora o objetivo e verifica antes de declarar "pronto"). Sem a flag é automático: tiers mais fracos ligam.
--autocompact-at <razão|%|off> contextoLimiar de ocupação da janela que dispara a auto-compactação (padrão 0.85). Aceita 0..1, uma porcentagem (85%), ou off. O atalho --no-autocompact equivale a --autocompact-at off.
--no-subagents agentesDesliga os sub-agentes locais paralelos (a tool spawn_agent). Por padrão os sub-agentes rodam em paralelo com profundidade ≤ 1, herdando permissões e um teto compartilhado.
--continue · --resume [<id>] · --new sessão--continue retoma a última sessão deste diretório. --resume sem id lista as sessões salvas; com um id retoma aquela. --new começa do zero.
--lang pt-BR|en uiIdioma da TUI. Precedência: flag > config > auto-detect do locale > padrão pt-BR. Não traduz o output do agente. Troque em runtime com /lang.
--split · --fullscreen ui--split começa em View Avançado (CHAT | LOG lado a lado; Ctrl+L alterna). --fullscreen começa em modo Cockpit (alt-screen). Ambos persistem na config.
--dense · --ascii ui--dense compacta a TUI. --ascii usa um perfil seguro de glifos para evitar "tofu" Unicode (igual a ALUY_SAFE_GLYPHS=1).
aluy bootstrap [--agent] setup · sidecarsProvisiona os sidecars locais (mem0, headroom, ollama) em user space — oferece cada um e você escolhe. --agent deixa o Aluy instalá-los pelo próprio agente em sistemas sem artefato pinado. Não existe subcomando aluy onboard: o assistente interativo de primeira execução (idioma, backend, provider, modelo) abre automaticamente na primeira vez que você roda aluy.
aluy login [--token <PAT>] [--org <id>] [--device] [--provider <p>] [--oauth] contaAutentica. Por padrão roda o device-flow do broker. --token passa um Personal Access Token direto (CI); --org escolhe uma organização; --provider faz login num backend local (BYO), e com --oauth faz um login OAuth-PKCE.
aluy logout · aluy whoami contalogout revoga a sessão e apaga a credencial do keychain. whoami mostra o usuário, org e escopos atuais — nunca o segredo.
aluy doctor [--deep|--test] [--json] saúdeValida a instalação: credencial, broker, servers MCP, perfis de agente, config, versão e memória. --deep adiciona um teste do tier ao vivo (gasta uma chamada ao modelo). --json imprime um array legível por máquina; o exit code é diferente de zero se algum check falhar.
aluy agents · skills · workflows · models · providers descobertaListagens somente-leitura, exit 0, sem chamada ao modelo. Mostram os perfis de agente .md mapeados, as skills SKILL.md, as definições de workflow e os providers/modelos disponíveis (catálogo do broker + local BYO).
aluy mcp <search|add|list|remove> ferramentasGerencia conectores MCP pela shell (o mesmo motor do /mcp na sessão). add <nome> -- <cmd> adiciona um server stdio local; --project escreve no .mcp.json do projeto.
aluy cron <add|list|edit|enable|disable|rm|run> agendamentoAgenda tarefas headless persistentes pelo agendador do SO (sem daemon). Disponível no Linux (crontab); Windows/macOS a caminho. Cada run executa como aluy -p "<tarefa>" pela trava de permissão. add <quando> "tarefa" recebe um cron de 5 campos (ex.: "0 9 * * 1-5"); list mostra id, on/off, agenda, tarefa e yolo; edit / rm / run <id> reconfiguram, removem ou rodam agora; enable / disable <id> alternam sem apagar.
Várias flags leem uma env var correspondente como fallback: ALUY_TOKEN, ALUY_ORG, ALUY_BACKEND, ALUY_LOCAL_*, ALUY_MAX_TOKENS, ALUY_BUDGET, ALUY_AUTOCOMPACT_AT, ALUY_SAFE_GLYPHS. NO_COLOR desliga a saída colorida.
Exit codes: 0 sucesso · 1 erro · 2 erro de uso — sai sem montar uma sessão.
Dentro de uma sessão em execução, digite / no início da linha para abrir o menu — filtre enquanto digita, e Tab/Enter completa. São comandos que você dá, não tools que o agente invoca. Uma visão compacta e agrupada está na página Comandos.
/login · /logout · /whoami · /doctor conta · somente-leituraEntra/sai e inspeciona a sessão. /whoami mostra usuário, org, escopos e uma dica de token redigida — nunca o segredo. /doctor é o health check somente-leitura (credencial, broker, catálogo, MCP, perfis, config, versão, memória) — cada ✓/⚠/✗ com uma dica de conserto. Ambos rodam em paralelo no meio do turno.
/help · /usage · /rename · /history sessão/help lista todo comando nativo; /usage mostra tokens, ocupação da janela e tier. /rename dá um rótulo + cor à sessão (também define o título da janela do terminal). /history navega e retoma uma sessão anterior sem sair do Aluy.
/compact · /clear [full|memory] · /ask · /notify sessão · contexto/compact resume a conversa para encolher a janela. /clear limpa o contexto; memory/full também apagam a memória (confirma). /ask é uma pergunta paralela somente-leitura. /notify alterna a campainha de atenção.
/undo · /redo · /rewind workspaceAvança/volta a última edição de arquivo do agente pelo journal da sessão. /rewind (Esc Esc) volta a um checkpoint anterior — código e/ou conversa.
/permissions · /tools · /add-dir workspace/permissions mostra as regras (read=allow, write/bash=ask, sempre-perguntar=travado). /tools é o inventário unificado somente-leitura (nativas, MCP por server, tools de delegação, estado de permissão). /add-dir autoriza um diretório extra para a sessão.
/init · /memory · /todo projeto/init analisa o repo e escreve o ALUY.md (você confirma o diff). /memory <list|forget|edit|pin|unpin> cura a memória do agente (global + projeto; um fato fixado segue dado, nunca instrução). /todo gerencia o backlog persistente.
/model · /provider · /effort · /theme · /lang · /split · /fullscreen config · ui/model troca o tier (mostra só o tier, nunca a credencial); /provider define o nome do provider para o modo Custom; /effort define o esforço de raciocínio. /theme aluy-dark|aluy-light|aluy-slate e /lang (pt-BR/en) persistem a escolha. /split e /fullscreen alternam o painel LOG e o modo Cockpit.
/cycle <intervalo|--por dur|--auto> "tarefa" autonomiaRoda uma tarefa em ciclos até terminar, com tetos duros e parada automática (anti-runaway), pela mesma catraca de permissão. Dois ritmos: fixo (5m ou --por <dur>) ou --auto. Em voo: pause, resume, edit, status, stop.
/cron · /subagent · /back · /rooms agendamento · multi-agente/cron é a forma em-sessão do aluy cron. /subagent <nome> abre um foco 1:1 com um perfil; /back volta. /rooms <list|new|read|watch> cria e acompanha salas agente-a-agente ao vivo.
/agents · /skills · /workflows · /mcp descoberta · ferramentasListagens somente-leitura do que a sessão mapeou no boot. /workflows run <nome> roda um em sequência; use ativa o modo fluxo. /mcp <search|add|list|remove|disable|enable|reconnect|reload> gerencia conectores sem sair da sessão.
Dentro da sessão, digite /help para a lista ao vivo, ou Ctrl+P para a paleta de comandos. Os aliases /view → /split e /cockpit → /fullscreen resolvem automaticamente.
O Aluy mantém duas casas: uma global em ~/.aluy/ (instalação, config, sidecars, memória entre projetos) e uma de projeto — o arquivo de instrução na raiz do repo mais uma pasta .aluy/ opcional. Tudo sob ~/.aluy/ é o kernel-cliente confinado: as próprias regras de path-deny do agente o proíbem de ler, editar ou rodar qualquer coisa ali.
O arquivo de instrução nativo do projeto é o ALUY.md na raiz do repo — o que o /init cria. O Aluy lê vários nomes de arquivo como instruções de projeto, nesta precedência, compondo todos os presentes:
A precedência é ALUY.md › AGENT.md › AGENTS.md › CLAUDE.md. São lidos uma vez na largada e injetados no system prompt, cada um sob um cabeçalho marcando a origem. Symlinks que escapam da raiz do projeto são rejeitados e nada é lido.
Os três diretórios de sidecar só aparecem depois que você roda aluy bootstrap e escolhe provisioná-los. Sem os sidecars o Aluy ainda funciona — só perde memória de longo prazo, fôlego extra de contexto e modelos locais.
A pasta .aluy/ é onde você ensina um projeto. Cada arquivo é Markdown puro, lido uma vez a partir da raiz confinada do workspace — um symlink que escapa da raiz é rejeitado e nada é lido. Os mesmos arquivos também são descobertos sob .claude/ (compat Claude Code); em colisão de nome, .claude/ vence. Abaixo, cada arquivo: o que é, onde fica, o formato exato e um exemplo mínimo.
Fica na raiz do repo (não dentro de .aluy/). É o arquivo de instrução do projeto — comandos de build/test, convenções, o objetivo — injetado no system prompt na largada. ALUY.md é o nome nativo (o que o /init escreve). Outros três nomes são lidos como compat, nesta precedência, compondo todos os presentes:
Precedência: ALUY.md › AGENT.md › AGENTS.md › CLAUDE.md. Sem frontmatter — o arquivo inteiro é o texto de instrução. Um teto de tamanho corta arquivos gigantes antes de injetar.
Um .md por sub-agente nomeado em .aluy/agents/ (lido plano, sem recursão). Frontmatter YAML-mínimo (um chave: valor por linha) define o agente; o corpo é o system prompt.
name — a identidade que /subagent <nome> invoca (normalizada para [a-z0-9_-]). Obrigatório.description — o que ele faz. Opcional.tools — lista por vírgula (ou [a, b]) que restringe o toolset (⊆ pai). Omita para herdar as tools do pai. Nomes do Claude Code (Read, Bash) são aceitos e mapeados. Presente-porém-vazio é erro de carga (nunca "herda tudo").model — preferência de tier (ex.: sonnet), resolvida no broker. Opcional.Um .md por comando em .aluy/commands/. O nome do arquivo é o nome do comando — deploy.md vira /deploy. O corpo é um template de prompt submetido como seu objetivo; o frontmatter opcional summary alimenta o menu. Placeholders: $ARGUMENTS (a string inteira de args) e $1, $2, … (posicionais). Sem placeholder, os args são anexados.
Uma skill é um diretório sob .aluy/skills/ com um manifesto SKILL.md (mais recursos auxiliares ao lado). O corpo é injetado sob demanda quando você invoca a skill por nome. Frontmatter name (cai para o nome do diretório) e description opcional; o corpo são as instruções e não pode ser vazio.
Um .md por workflow em .aluy/workflows/. Frontmatter name (obrigatório) e description opcional; o corpo é uma lista numerada de atividades. Cada linha é N. <id> [<agente>] — <objetivo>, onde o [<agente>] é opcional e o separador é — ou -. Pelo menos uma atividade é exigida.
A memória do agente com escopo de projeto fica em .aluy/memory/project.md (dentro do workspace; a contraparte global é ~/.aluy/memory/global.md). Você não curadora ela à mão como os arquivos acima — o agente lembra fatos sozinho, e você dá o leme de dentro da sessão com /memory: /memory para listar, /memory forget <id>, /memory edit <id> …, /memory pin <id> / unpin. A memória é sempre relembrada como dado, nunca como instrução — fixar é só retenção.
Tudo isto é config de projeto = dado: um comando ou agente de um repo clonado não ganha permissão extra. Todo efeito ainda passa pela trava de permissão. Um arquivo malformado falha fechado (é pulado com erro de carga visível), nunca concedendo mais em silêncio.
Com o /cycle, você descreve a tarefa e o agente trabalha em ciclos por conta própria até terminar — sem babá. É o "dispare e vá fazer outra coisa".
Vem com um freio de mão: tetos duros de tempo e de passos, e parada automática se algo sair do trilho. O anti-runaway — nada de robô fugindo do controle.
Cada subagente é um perfil (arquivo .md) com o seu próprio foco. Você pede o especialista e o próprio agente cria o subagente para você — descreva o que precisa ("um revisor de segurança", "um QA de E2E") e ele gera o perfil com o papel, o tom e os limites. Você não escreve o .md na mão (mas pode editar ou criar um se quiser).
Eles trabalham em paralelo, sem misturar contextos: cada subagente tem sua própria sub-sessão dedicada. Uma frota, não um agente sozinho.
As salas (/rooms) colocam vários agentes conversando entre si sobre o mesmo problema — debatendo, dividindo e combinando o trabalho. Você acompanha a conversa em tempo real e entra quando fizer sentido.
Pelo MCP (o padrão aberto de conectores), o agente fala com ferramentas e integrações externas — bancos, APIs, serviços. É o que dá ao agente acesso real ao que você já usa, não só conversa.
Já usa Codex ou Claude Code? O Aluy entende a sua estrutura. Sem reconfig. Aponte o Aluy para o seu projeto e ele lê os mesmos arquivos de instrução e configuração que você já mantém.
ALUY.md — o arquivo nativo do Aluy (o que o /init escreve).AGENT.md — alias de compat (nome anterior/genérico de agente).AGENTS.md — o mesmo arquivo que o Codex (OpenAI) usa.CLAUDE.md — o mesmo arquivo que o Claude Code usa.A precedência é ALUY.md › AGENT.md › AGENTS.md › CLAUDE.md — todos os presentes compõem juntos.
.md aceitam os nomes de ferramentas do Claude Code — mapeados para os nativos.settings.json do Claude Code, e comandos de usuário em .md./rewind + checkpoints, com paridade ao Claude Code.Sidecars são reforços locais opcionais que rodam na sua máquina (escutando só em 127.0.0.1) para dar ao agente memória de longo prazo, mais fôlego de contexto e modelos locais. O Aluy funciona sem eles — só perde esses recursos. Nada quebra. Ligue com aluy bootstrap.
Três complementos opcionais que rodam na sua máquina — memória de longo prazo, folga de contexto e modelos locais. Você liga com aluy bootstrap; o agente funciona sem eles. O que são, como instalar, o que pode dar errado e como resolver. (O perfil oposto, leve, não instala nenhum.)
Os três escutam só em 127.0.0.1 e são opt-in — nada sobe sem você aceitar. Eles sobem no boot se já instalados; instalar é o passo explícito aluy bootstrap.
/memory.qwen2.5:0.5b) e um embedder (nomic-embed-text) para tarefas internas que nunca saem da máquina.Depois de npm i -g @hiperplano/aluy-cli e aluy onboard, rode um destes:
sudo quando preciso) e os complementos, tratando os problemas no caminho. Roda em --yolo — optar pelo turbo é o consentimento.--no-agent) — caminho determinístico: artefato pinado do Ollama + criação dos venvs, sem usar modelo. Requer Python já pronto.Máquina do zero, sem modelo ainda? Use --no-agent. O instalador via agente precisa de um modelo para pensar — e se esse modelo é o próprio Ollama que você ainda vai instalar, é circular. A partir da rc.35, o aluy bootstrap detecta que o modelo não responde e cai sozinho no caminho direto.
Não rode o aluy com sudo. Os sidecars recusam rodar como root, e o sudo ainda manda o aluy procurar a config em /root/.aluy. Instale como seu usuário; o instalador pede sudo só nos passos de sistema que exigem.
Na TUI, o /doctor mostra o diagnóstico ao vivo. Se um complemento está fora, ele pergunta — e o /doctor fix entrega o conserto ao próprio agente: ele lê os ~/.aluy/logs/*.log, roda o bootstrap, instala o que falta e re-tenta até os três ficarem verdes.
Os logs de cada sidecar (truncados por boot) ficam em ~/.aluy/logs/ollama.log, mem0.log, headroom.log — o primeiro lugar a olhar.
can't open file '…aluy-mem0-server.py' — falta o script do servidor no venv. Rode aluy bootstrap (copia o script). Em rc ≥ 33 o boot também o copia ao abrir.KeyError: '_type' / no such column — store de versão anterior. mv ~/.aluy/memory{,.bak}; mv ~/.mem0/history.db{,.bak} e reabra. Em rc ≥ 29 o servidor se auto-cura.ollama list → command not found — serviço sobe em :11434 mas o binário não está no PATH. rc ≥ 30 cria symlink em ~/.local/bin; ou abra um shell novo.verificando ollama + erro de broker — instalação via agente sem modelo acessível. Use aluy bootstrap --no-agent (rc ≥ 35 cai nisso sozinho).No module named 'fastapi' — o venv instalou headroom-ai sem o extra [proxy]. ~/.aluy/hr-venv/bin/pip install 'headroom-ai[proxy]==0.25.0'. Corrigido na fonte em rc ≥ 36.aluy bootstrap --no-agent.Se preferir montar você mesmo (ou entender o que o bootstrap faz). Tudo mora em ~/.aluy/.
Depois de provisionar à mão, o aluy doctor deve mostrar os três verdes (o boot os sobe quando o perfil é turbo). O que está em vigor — perfil, toggles, de onde vem cada chave — você vê com aluy config.
Por baixo dos panos, o Aluy CLI é um único processo no seu terminal — entrega monolítica, sem servidor escondido. A interface (a TUI) fala com o core, o motor que lê e edita arquivos, roda comandos e decide os próximos passos. Entre o agente e o seu projeto fica a trava de permissão: o único ponto por onde todo efeito passa antes de acontecer.
O estado vive na sua máquina: a memória da sessão (e a de longo prazo via mem0), sua chave no cofre do SO, seus arquivos e sua shell. Sidecars são reforços locais opcionais que escutam só em 127.0.0.1.
A trava de permissão é um ponto único: nenhum arquivo é alterado e nenhum comando roda sem passar por ela. É o que mantém você no controle.
O agente lembra decisões e contexto do projeto de uma conversa para a outra — fatos globais e por projeto. Você controla tudo com /memory: veja o que ele guardou, fixe o que importa e esqueça o que não serve mais.
/clear memory apaga tudo o que o agente guardou (pede confirmação).A sessão vem em três temas — light, dark e slate — para você deixar do jeito que gosta de olhar o dia todo. Troque com /theme aluy-dark | aluy-light | aluy-slate; a sua escolha é salva.
aluy-light — fundo pedra clara, acento âmbar.aluy-dark — quase preto, alto contraste.aluy-slate — pedra profunda com fios teal.Os temas vêm dos tokens do Aluy Design System: cor, tipografia e densidade saem de variáveis, nunca de estilo cru.
/doctor é o diagnóstico somente-leitura da sua instalação: checa modelo, chave, conexão, MCP e config — e aponta uma dica de conserto quando algo está fora do lugar. Não muda nada, só lê.
Não. A sessão, o histórico, os arquivos do projeto e a memória ficam na sua máquina. A única coisa que cruza a borda é a chamada ao modelo.
No cofre do SO (Keychain, libsecret, Credential Manager) — nunca em texto, nunca no repo. O Aluy mostra o tier do modelo, nunca a credencial.
Por padrão, o Aluy cuida da conexão com o modelo — você não configura nada. Se preferir, ligue o seu próprio provider direto, com a sua credencial (API key ou OAuth): é o seu uso, sob o seu controle.
O Aluy CLI é código aberto, sob MIT. No modo direto, o uso do modelo corre pela sua própria conta no provider. Os sidecars rodam localmente, sem custo de API.
O /cycle tem tetos duros de tempo e de passos, e parada automática. E toda ação que toca seus arquivos passa por uma trava de permissão.
Sim — é código aberto sob MIT. Leia, audite, abra issues e faça fork. O que age na sua máquina, você merece poder inspecionar. O Aluy está em beta; espere arestas e iteração rápida.
Não achou a resposta? Comece pela página Instalar ou rode /doctor dentro da sessão.